Segundo o estudo Culinary Travel Intel Brief, desenvolvido pela MMGY Travel Intelligence, e que inquiriu 4.371 adultos nos EUA em maio de 2026, quase 1 em cada 5 viajantes norte-americanos (18%) diz que restaurantes, bares ou experiências gastronómicas únicas, quando destacados na publicidade, são o que mais aumenta o seu interesse num destino. A gastronomia fica assim 2 pontos percentuais à frente das atrações culturais (16%).
Local, autêntico e com boa relação qualidade-preço
Os viajantes procuram comida única do destino (44%), mas a boa relação qualidade-preço continua a ser o fator mais valorizado (46%). A descoberta local domina: 51% priorizam a restauração do dia a dia, como mercados, street food e espaços de bairro, e 47% os restaurantes recomendados por locais. Estas percentagens são mais do dobro das de qualquer outra experiência, incluindo a alta cozinha (21%).
Foodies: um público relevante
Os Foodies representam 38% dos viajantes de lazer. Preveem, em média, 3,5 viagens de lazer nos próximos 12 meses, 94% estão abertos a provar comida nova e 55% procuram restaurantes recomendados por locais.
Como escolhem onde comer
As recomendações de amigos e família (75%) e de locais ou do staff do hotel (73%) são as fontes mais influentes. As redes sociais e a IA pesam pouco no total, mas muito entre a Gen Z (55% e 40%, respetivamente). Quanto às recomendações de IA, os viajantes dividem-se: 53% preferem recomendações humanas ou não confiam na IA, enquanto 47% consideram-nas úteis.
O que significa para os destinos
O estudo aponta três caminhos: integrar a gastronomia na história do destino, oferecer experiências distintivas mas acessíveis, e adaptar a mensagem a cada público.