Segundo o estudo da MMGY, The Sustainability Intel Brief, os viajantes valorizam credibilidade, simplicidade e ações visíveis, sendo a sustentabilidade mais determinante quando alinhada com aspetos como o valor, a autenticidade e as escolhas do quotidiano. Os resultados mostram ainda que os viajantes estão mais disponíveis para alterar comportamentos do que para suportar custos adicionais: mais de 80% afirmam estar dispostos a ajustar a forma como viajam para reduzir o impacto ambiental, mas a predisposição para pagar mais mantém-se limitada.
A confiança constrói-se sobretudo através de recomendações, avaliações e exemplos concretos, sendo especialmente valorizada por segmentos como viajantes de maior rendimento e gerações mais velhas, que exigem maior validação. Paralelamente, gerações mais jovens revelam maior abertura a iniciativas sustentáveis, desde que acessíveis e integradas na experiência. Neste contexto, o estudo conclui que a sustentabilidade pode reforçar a competitividade dos destinos, desde que seja credível, prática e claramente percecionada, passando o sucesso por integrar ações concretas, comunicar com transparência e alinhar benefícios para visitantes e comunidades.