Em 2026, quase 90% dos italianos vão viajar nas férias de verão, impulsionados pelo fenómeno das “whycation”, onde o significado e o propósito da viagem importam mais do que o destino. O principal objetivo comum é desacelerar e desconectar (34%), embora a Geração Z valorize o crescimento cultural e as gerações mais velhas foquem no bem-estar.
Contudo, 51% dos viajantes (sobretudo os mais jovens) enfrentam a pressão social das "férias perfeitas" e a fadiga decisória, agravadas por orçamentos e tempos de descanso limitados.
O litoral continua a ser o destino preferido (51%), mas cresce o interesse por viagens itinerantes e flexíveis (33%), com o turismo rodoviário a destacar-se entre os jovens. Além disso, a inteligência artificial ganha força no planeamento das férias, sendo aceite por 55% dos italianos e rejeitada maioritariamente pelos Baby Boomers.