A transação está avaliada em cerca de 7,9 mil milhões de coroas suecas e implica que a Norwegian, Widerøe e a NLTG passem a ter o mesmo proprietário. Em conjunto, o grupo terá cerca de 30 milhões de clientes por ano e um volume de negócios quase 50% superior ao do atual grupo Norwegian.
No âmbito da transação, a Norwegian irá ponderar a cotação das suas ações na Bolsa de Estocolmo, para além da cotação já existente na Noruega. O objetivo é construir uma base de acionistas nórdica mais ampla e refletir a base de clientes nórdica.
Quando a Bolsa de Oslo fechou na tarde de 29 de junho de 2026, a Norwegian dispunha de uma capitalização bolsista no total de quase 17 mil milhões de coroas norueguesas. No fecho da bolsa no dia seguinte, a capitalização de mercado total era de 16,3 mil milhões de coroas norueguesas.
Geir Karlsen, diretor executivo da Norwegian, refere que este é "um marco histórico para o setor de viagens nórdico". "Ao combinar a posição de liderança da NLTG no setor das viagens de férias com a extensa rede de rotas da Norwegian e da Widerøe, estamos a construir uma oferta melhor e mais flexível para os clientes", conclui.
Com este negócio, cria-se um grupo de viagens que inclui cerca de 160 aviões, hotelaria, voos charter e tráfego regular. Para os clientes, isto significa uma oferta mais ampla de destinos, hotéis e pacotes de férias, bem como uma experiência de reserva e viagem mais fluida.
As marcas de renome da NLTG, Ving, Spies e Tjäreborg passam, por outro lado, a ter acesso à extensa rede de rotas da Norwegian e da Widerøe. O grupo vê grandes oportunidades para vender mais pacotes de férias à base de clientes existente da Norwegian, que conta com cerca de 27 milhões de passageiros por ano.