A confiança, porém, não acompanha a adoção. As recomendações geradas por IA ocupam apenas o quarto lugar entre as fontes de informação (17% a 23%), atrás dos conselhos de amigos (42% a 53%), dos agentes de viagens (33% a 42%) e das avaliações de outros viajantes (25% a 35%).
Em França, 74% dos viajantes sentem necessidade de verificar a exatidão dos resultados gerados por IA e, entre os que ponderam usá-la para planear uma viagem, 40% querem uma validação humana antes de reservar. As famílias com crianças pequenas são o segmento mais entusiasta, por simplificar uma logística complexa e poupar tempo.
Entre os viajantes norte-americanos, espera-se sobretudo que a IA compreenda o contexto imediato (39%), forneça informação mais precisa (29%), simplifique o processo de reserva (28%) e acompanhe toda a viagem num único assistente (27%). A perícia humana e a verificação da informação continuam a ser decisivas para consolidar a confiança.